Lançamentos recentes reforçam importância do stoner paranaense

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Colagem tosca feita por Wall of Yawn. As artes originais pertencem à Tropical Doom, Stolen Byrds e Loladéli (esq p/ dir)

Se for colocar na ponta do lápis, o estado que mais apareceu aqui no blog é, de certeza, o Paraná. Mais três releases, da semana passada e dessa, vão fazer com que essa conta aumente ainda mais. As novas opções de stoner paranaense pra conhecer nesta semana são lançamentos de: Stolen Byrds e Loladéli representando o interior do estado, e Tropical Doom, da capital. Cada uma delas renderia facilmente um post separado, mas aí fica muito Paraná pra pouco blog.

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Grito da Terra promove interação cultural em Concórdia

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Se liga nas datas! (Foto: Reprodução/Grito da Terra Rock Festival)

“Existe coisa melhor que acampar rodeado de amigos e música? Somos todos filhos dessa natureza linda, o contato com ela só nos faz bem…”. Vai ter camping, não vai ter celular, não vai ter internet. E até o momento foram anunciadas 17 bandas. O Grito da Terra chega à sua segunda edição em abril de 2016, trazendo música, arte e contato com a natureza pra Concórdia. Corre, que tá acabando o ingresso!

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Funeral Sex é muito mais do que outra amostra da pesada mão feminina

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Baixista Thaís Pancheri quer reconhecimento por capacidade musical, não por “ser uma mulher no rolê” (Foto: Eder Cardoso)

Mulher, mãe, e doom pra cacete. A galera muitas vezes não se dá conta na primeira ouvida, mas Thaís Pancheri é responsável pelas linhas de baixo da paulista Funeral Sex. Neste texto, inclusive, estou violando uma das principais políticas da banda de Rio Claro (SP): não destacar a imagem feminina para que a atenção não seja uma “musa do stoner”, e sim o peso do som feito pela banda.

Desde o início, ela foi firme na decisão de não ser o centro das atenções do material audiovisual da Funeral Sex. “Queremos que as pessoas ouçam a música e gostem ou não, sem que a presença de uma mulher influencie a opinião”, explica ela. A estratégia foi utilizada para tentar evitar problemas parecidos com os que já vimos em outro texto.

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Providence mostra veia experimental do Mars Red Sky

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Diante de tantos elementos diferentes, guitarras são só mais um adicional de Providence (Foto: Karydwen Photography)

O Mars Red Sky não para de inovar. Em Providence, abre de vez as asas para o experimentalismo e apresenta composições muito além do stoner rock comum. O fuzz e a pegada lenta de Julien Pras, Jimmy Kinast e Mathieu Gazeau dividem espaço de forma singular com canções melódicas que soam apenas como o vento soprando aos ouvidos.

São 20 minutos  de música, o que serve apenas para aumentar (ainda mais) as expectativas em relação à Apex III (Praise for the Burning Soul), próximo full lenght do grupo, a ser lançado em 29 de fevereiro. Além de criar este clima, Providence também parece ser musicalmente um antecessor de Apex III. Não um teaser propriamente dito, mas algo do tipo.

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