Psicodelia à japonesa nas ruas de Curitiba

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Jucksch e Murakami, em clipe de ‘Domes’ (Foto: Natasha Durski)

Da Zai lançou o disco que eu mais gostei de ouvir nesse ano até o momento. Bateu o Conan. São incontáveis referências à arte do Japão, feitas por quem conhece a cultura além da superficialidade. Sem animes, sem salarymen e muito além de programas de auditório malucos. Após dois anos de produção, o prog saiu em Shogyoumujou, em 27 de maro. Entendo pouco de rock progressivo, portanto este post possivelmente será mais informativo, no sentido de organizar fontes de inspiração da banda e apresentar parte do maravilhoso mundo da psicodelia japonesa, caso você ainda não a conheça.

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