Funeral Sex é muito mais do que outra amostra da pesada mão feminina

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Baixista Thaís Pancheri quer reconhecimento por capacidade musical, não por “ser uma mulher no rolê” (Foto: Eder Cardoso)

Mulher, mãe, e doom pra cacete. A galera muitas vezes não se dá conta na primeira ouvida, mas Thaís Pancheri é responsável pelas linhas de baixo da paulista Funeral Sex. Neste texto, inclusive, estou violando uma das principais políticas da banda de Rio Claro (SP): não destacar a imagem feminina para que a atenção não seja uma “musa do stoner”, e sim o peso do som feito pela banda.

Desde o início, ela foi firme na decisão de não ser o centro das atenções do material audiovisual da Funeral Sex. “Queremos que as pessoas ouçam a música e gostem ou não, sem que a presença de uma mulher influencie a opinião”, explica ela. A estratégia foi utilizada para tentar evitar problemas parecidos com os que já vimos em outro texto.

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