Reflexive and sentimental debut of Erudite Stoner

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Tripping is constant in Erudite Stoner work (Crop in artwork by Nando Freitas)
Important note: text written by a non-native english speaker. If you find any mistake, please write us a comment!

Erudite and stoner are words generally not related. It’s a proposital paradox that defines brazilian violonist Erudite Stoner. He brings two opposite sides to the same album, with balance and harmony. Instrumental parts are filled with sadness and hope, horror and joy, minimalism and complexity. All at the same time.

During the 34 minutes of this self titled, we are accompained only by the guitar of Matheus Novaes, the Erudite Stoner. He is responsible for composition and execution of the whole album. Release took place in 2015 and is his first work. In his own words, tracks combine classical influences with “dark doom and minimalist post-rock to riffs of stoner rock and melancholic shoegaze”.

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A estreia reflexiva e sentimental do Erudite Stoner

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Erudite Stoner propõe viagem em álbum de estreia (Corte em arte de Nando Freitas)

Erudito e stoner são palavras que não têm nada em comum entre si. É um paradoxo proposital que define o violonista Erudite Stoner. Ele traz dois lados opostos para o mesmo álbum, de maneira sublime e uniforme. Os instrumentais são tristes e esperançosos, macabras e alegres, minimalistas e complexos, tudo isso ao mesmo tempo.

Durante os trinta e quatro minutos do self titled, somos acompanhados apenas pelo violão de Matheus Novaes, o Erudite Stoner, responsável pela composição, execução e produção de todo o disco. O lançamento aconteceu em 2015 e é o primeiro trabalho do músico. Nas palavras do próprio, as faixas aliam as influências eruditas com “a obscuridade do doom, o minimalismo do post-rock, os riffs do stoner rock e a melancolia do shoegaze”.

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